SAUDAÇÕES E BOAS VINDAS

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

quarta-feira, 18 de março de 2020

GLÓRIA E PODER DE SÃO JOSÉ


18 de março

A MORTE DE SÃO JOSÉ


 1º - QUANDO E ONDE MORREU?  Realmente, nada se encontra na Escritura e em nenhum dos escritos dos Doutores que nos fale da morte de São José e das circunstâncias que a acompanharam. Daí serem muitas as opiniões. Vou expor apenas a mais provável admitida pela maioria dos autores, como São Jerônimo, São Bernadino de Sena, São Boaventura, Gerson, Suares e outros: É que o Santo Esposo de Maria morreu depois do batismo de Jesus e antes das bodas de Caná, nos primeiros dias da vida pública do Salvador. 

   Se Maria, Jesus com os discípulos estavam presentes nas bodas de Caná, por que o Esposo da Virgem não havia de ser convidado. Provavelmente São José já havia morrido. Em Nazaré, na casa bendita onde sofreu e trabalhou para sustentar o Verbo feito Carne e a Mãe de Deus, durante trinta anos teve sob o seu governo Aquele Senhor que governa os céus e a terra. Alguns escritores afirmam ter morrido o Santo Patriarca em Jerusalém, onde foi para celebrar a Festa da Páscoa. e lá fora sepultado.  Outros dizem que morreu em sua casa em Nazaré. São conjecturas, mas esta última é a mais provável como veremos a seguir. 

 
 2º - COMO FOI A MORTE DE SÃO JOSÉ? Nas igrejas do Oriente no dia 19 de março, nos primeiros séculos, cada ano, se costumava ler com toda a solenidade, ao povo, uma piedosa narração da morte de São José. O bispo dava a bênção, sentava-se em meio da assembleia e ordenava ao leitor fizesse, em voz alta, a leitura da piedosa narração seguinte:
   "Eis chegado para São José o momento de deixar esta vida. O Anjo do Senhor lhe apareceu e anunciou ter chegado a hora de abandonar o mundo e ir repousar com seus Pais. Sabendo estar próximo o seu último dia, quis visitar pela última vez o Templo de Jerusalém, e lá pediu ao Senhor que o ajudasse na hora derradeira. Voltou a Nazaré e, sentindo-se mal, recolheu-se ao leito. E dentro em breve o seu estado se agravou. Entre Jesus e Maria, que o assistiam carinhosamente, expirou suavemente, abrasado no Divino Amor. Oh! morte bem-aventurada! Como não havia de ser doce e abrasada no Divino Amor, a morte daquele que expirou nos braços de um Deus e da Mãe de Deus?

   Jesus e Maria choravam ao fecharem os olhos de José. E como não havia de chorar Aquele mesmo Jesus que choraria sobre a sepultura de Lázaro? Vede como Ele o amava" disseram os judeus. José não era tão só um amigo, mas um Pai querido e santíssimo para Jesus"

   A Igreja canta no Ofício litúrgico de 19 de março, confirmando a tradição: Ó, mil vezes feliz e bem-aventurado aquele que na hora extrema teve junto de si Cristo e a Virgem!


EXEMPLO

   A graça de uma boa morte

   Um pároco de Munster (Westphalen) ia se deitar, quando batem à porta do presbitério. Era um desconhecido que lhe pedia fosse com urgência a uma determinada casa indicando nome, número e circunstâncias da enferma a que deveria com urgência administrar os últimos sacramentos.
   Imediatamente o zeloso sacerdote foi à matriz, tomou o Santo Viático, a maleta dos enfermos e, em poucos instantes, batia à porta da casa indicada. A família se surpreende.
   - Que significa, sr. padre, a visita de V. Reverendíssima?
   - Sim, chamaram-me nestes poucos minutos indicando-me exatamente o nome da enferma, rua e número da casa. Veja esta notazinha aqui. E mostrou as anotações.
   - É verdade, respondeu um moço, é o nome de minha mãe. Ela porém está boa de saúde, nada sente. Acaba de subir para se deitar. Estivemos conversando até agora.
   Alguém opinou:
   - Há um mistério nisto e me sinto impressionado.
O moço imediatamente sobe a escada, a fim de participar à mãe o fato.
   - Meu filho! meu filho! gemem de dentro do quarto. Empurra depressa a porta, meu filho!
   Aflito o moço entra e vê a mãe estendida no chão. Um mal súbito a acometeu e sentia-se gravemente enferma.
   - Meu filho, sinto que vou morrer. Antes de mais nada, chama-me um sacerdote e que me traga o Viático. Eu morro...
   O padre sobe, confessa, administra a Extrema-Unção e o Viático à enferma. Admirado por tamanha coincidência e o misterioso chamado, pergunta:
   - Senhora, não sei como explicar minha presença aqui, neste instante. Tem alguma devoção. ou pedia sempre a Nosso Senhor esta graça?
   - Sim, meu padre, replica logo com ardor a enferma, sim; durante longos anos sempre pedi a São José que me alcançasse esta graça de uma boa morte. E alcancei-a! Ó, meu São José, eu vos agradeço!
   E, chorando de gratidão, a velhinha expirou logo depois. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário