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LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

terça-feira, 7 de março de 2017

GLÓRIA E PODER DE SÃO JOSÉ


7 março

SÃO JOSÉ NO TEMPLO

 
 A Lei de Moisés ordenava que, quarenta dias após o parto, as mães se apresentassem no Templo para a sua purificação e fizessem a oferenda prescrita que era um cordeiro e uma pomba, se o pais eram ricos, ou então um casal de pombos ou rolas, se eram pobres. Esta oferenda era, a um tempo, sacrifício e holocausto. Sacrifício em expiação do pecado contraído pela geração da prole, e holocausto de consagração que se fazia do filho a Deus. Se a criança era um primogênito, e filho de Levita, ficava no templo para o serviço do culto, e se não era levita, deveria ser resgatado pelo preço de cinco ciclos. Esta lei dos primogênitos lembrava a morte que Deus enviara a todos os primogênitos do Egito, para libertar o povo de Israel da tirania do cativeiro de Faraó. Jesus não estava obrigado à circuncisão e nem estava Maria à Lei da Purificação. Veio o Salvador ao mundo pela Virgindade Maternal de Nossa Senhora, que não experimentou nem as dores nem as misérias das outras mães. Quis obedecer a Mãe de Deus.

   As circunstâncias da Apresentação no Templo nos mostram, naquelas cenas tocantes, como estaria a alma de São José. Inundada de consolações e transpassada de dor. Foi um mistério de alegria e de dor. Simeão toma nos braços o Menino e vê realizado o que desejou ardentemente ver: a Redenção de Israel. É a imagem do Sacerdote da Nova Lei. O primeiro Ministro do Altar que recebe nas mãos o Filho de Maria. Depois da bênção, do cântico de alegria, a profecia dolorosa: Este Menino será ruína e ressurreição de muitos em Israel, será alvo de contradição e uma espada de dor há de atravessar a tua alma.

   Não se pode compreender a dolorosa e profunda impressão causada na alma de São José ao contemplar sua Castíssima Esposa naquela hora. Parecia já contemplar o quadro horroroso do Calvário, ver o Sangue de Jesus e as lágrimas de Maria. É certo que compreendeu toda a profecia e a via cumprida desde então. A presença tão amável do Menino Jesus, o doce convívio de Maria ainda tornavam mais amarga a lembrança do que se havia de cumprir. Toda a vida de José, desde aquela hora, foi um misto de felicidade e amargura. A paz e o encanto da Sagrada Família não se podem imaginar e nunca houve maiores na terra. Porém, conhecer o futuro de sua Esposa ao pé da cruz e saber que os encantos adoráveis do seu Filho Adotivo seriam transformados como um verme dilacerado pelos açoites e coberto de chagas numa cruz no Calvário! "Estou como um verme e não homem", dissera o Profeta de Jesus. José tinha diante de si este quadro ao ter nos braços seu Filho querido, e ao contemplar Maria, via-a transpassada pela espada cruel. 

    Assim, o Santo Patriarca é nosso Protetor seguro nas aflições desta vida terrena. 


EXEMPLO

São José salva uma agonizante

   Uma jovem de 27 anos cai enferma, em estado grave, com uma tuberculose que a levava à sepultura, consumindo-a dia a dia. Recebera outrora, esta moça boa educação religiosa, e até à idade de 18 anos fora bem fiel à prática dos sacramentos. Depois, as más leituras e más companhias a arrastaram a uma vida mundana e perdera a fé. No estado lastimoso em que se achava, rejeitava todo conforto espiritual.  O mal fazia-lhe rápido progresso no organismo. Estava às portas da morte.
   Alguém lhe falou em sacramentos. 
   - Não e não! É inútil falar-me nisso. Não tenho fé, não me confesso, e se Deus existe, há de ter misericórdia de mim!
   Algumas pessoas amigas e os parentes da infeliz tuberculosa lembraram-se do poder de São José, e começaram, todos, uma novena ao Patrono dos agonizantes. 
   No segundo dia da novena falaram à doente se desejava a visita de um sacerdote.
   - Não me falem em padre! Deixem-me sossegada. Não tenho fé! Retirem-se! replica, toda indignada.
   A novena continua e a enferma parecia ainda mais obstinada que antes. Uma jovem piedosa, da família, exclama:
   - É inútil! São José, desta vez, não nos quer ouvir, Ela morre sem sacramentos!
   - Não fales assim, diz uma amiga; é falta de confiança. Pois já que entregamos a São José esta pobre alma, fiquemos tranquilas. Prometi ao santo uma novena de ação de graças e tenha certeza que ele me ouvirá!
   Quarto, quinto, sexto dia da novena. A doente sempre pior de corpo e de alma.
   No sexto dia a enfermeira não se conteve. Foi à capela queixar-se a São José: Ó meu santo protetor, por que ficar surdo a tanta oração? A doente agoniza e está cada vez pior. Como dizem que quem recorre a São José sempre é atendido! Como Santa Teresa nos garante o poder e a eficácia da proteção vossa, meu grande santo, em todas as aflições? Pois não se trata de uma alma?
   E as lágrimas lhe corriam pela face, numa queixa dolorosa.
   Não havia terminado a queixa, quando a enferma chama-a e lhe diz, ofegante: "Sinto-me muito mal, muito mesmo... Mande chamar o padre..."
   Veio logo o sacerdote. Confessou-se com grandes sinais de dor e recebeu piedosamente o Viático. Sentia voltar em sua pobre alma toda aquela vida de outrora. Expirou resignada e contente, a invocar os nomes de Jesus, Maria e José. 

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