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LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

quarta-feira, 8 de março de 2017

GLÓRIA E PODER DE SÃO JOSÉ


8 de março

AS DORES E ALEGRIAS DE SÃO JOSÉ

   AS DORES.

   A primeira dor de São José foi ante o mistério da Encarnação. Maria concebeu por obra e graça do Espírito Santo. Não podia duvidar da pureza angelical de Maria. Que perplexidade horrorosa! Que noites de angústia e de amargura! Silêncio, lágrimas e orações. E até que o anjo lhe revele o mistério, como sofre! José, seu Esposo, como era justo e não queria infamá-la, quis abandoná-la ocultamente. (S. Mat. I, 19).

   A segunda dor é naquela noite fria de Natal. Ver-se abandonado nas ruas de Belém com Maria quase à hora do inefável parto e sem encontrar uma hospedaria. Que sofrimentos naquelas horas de abandono e de pobreza, a baterem de porta em porta, sempre rejeitados e maltratados!

   A terceira dor foi na circuncisão do Menino Jesus. Era uma operação dolorosa e via José as primeiras gotas de sangue do Redentor!

   A quarta dor veio da profecia de Simeão: Eis que este menino será posto para ruína de muitos em Israel e como sinal de contradição. E a Maria disse: Uma espada de dor há de transpassar o teu coração. Viu José toda a Paixão de Jesus e conheceu o oceano de amarguras que havia de ser o coração de sua Esposa. 

   A quinta dor: A fuga para o Egito. Herodes quer matar ao Deus-Menino. o anjo avisa a José. E José, levantou-se, tomou o Menino e sua Mãe, de noite, e se retirou para o Egito.Abandono de um lar, viagem penosa pelo deserto, fome, pobreza, duro exílio, desprezo de um povo estranho e pagão. 

   Sexta dor: O anjo avisa José que volte para a Galileia , mas Arquelau, terrível, reinava na Judeia e José experimentou a amargura de ver ainda ameaçada a vida da Criança Divina. 

   Sétima dor: Perde Jesus em Jerusalém. Durante três dias procuraram aflitos, Maria e José, ao Menino, objeto de seu amor e ternura. Mas outras angústias, sofriam com Jesus; aqui é a ausência de Jesus o maior tormento. 


AS ALEGRIAS.

  Primeira alegria: Após a angústia inenarrável das perplexidades depois do mistério da Encarnação, José ia deixar a sua Esposa quando o anjo do céu lhe revela a feliz nova: José, filho de Davi, disse-lhe o anjo em sonho, não temas receber a Maria tua Esposa, porque o que nela nasceu é obra do Espírito Santo. Que consolação!

   A segunda alegria foi quando na gruta de Belém nasceu Jesus, em meio de pobreza extrema, é verdade, mas cercado de anjos e adorado por Maria e José. Naquela noite bendita, quais não haviam de ser os sentimentos de alegria do castíssimo José!

   A terceira alegria foi quando na circuncisão coube a José a honra de dar o nome a Jesus. Aquele nome mil vezes bendito, diante do qual se dobram em reverência os céus e a terra, foi dado por José em nome do Pai Eterno. 

   A quarta alegria: veio a paz, depois da imensa dor da profecia de Simeão. O Menino Deus seria, é verdade, alvo de contradição, e uma espada de dor transpassaria a alma de sua Mãe, mas aquela Criança foi posta no mundo para ressurreição de muitos em Israel. Quantas almas não se salvariam por Jesus! Era isto que naquela hora encheu de consolação a alma de José. 

   A quinta alegria foi à entrada do exílio: vinham cansados e exaustos os pobres peregrinos, após a caminhada e as privações do deserto, mas quanta alegria ao verem tombados os ídolos pagãos dos egípcios (Isaías, XIX, 21). 

   A sexta alegria, Passou-se o tempo do exílio. Herodes morreu e voltam para a Galileia, à casa humilde e feliz de Nazaré. Após o exílio tão penoso no Egito, viram de novo a pátria querida e a sua gente. Podiam tranquilos passar agora na humildade, no silêncio de Nazaré os dias felizes da intimidade com Jesus.

   A sétima dor. Três dias procuraram, angustiados e aflitos, a Jesus. Afinal O encontram no Templo. Tanto maior era a dor tanto maior a alegria. Encontraram Jesus sentado entre os Doutores. Ouviram narrar os prodígios da Criança portentosa, que tão bem explicava as Escrituras. Viram Jesus após três dia de ausência. Imaginai a ventura de São José nesta hora!


EXEMPLO

Origem da devoção às sete dores e alegrias de São José

   Navegavam dois Padres Franciscanos nas costas de Flandes, quando se levantou uma horrenda tempestade, e o navio em que viajavam submergiu com os trezentos passageiros que levavam. A Divina Providência permitiu que se salvassem os dois franciscanos sobre umas tábuas, nas quais navegaram três dias entre a vida e a morte.
   
   Lembraram-se de São José. naquelas horas de angústia. Recomendaram-se fervorosamente ao Santo Esposo de Maria. No mesmo instante apareceu-lhes um homem cheio de majestade e bondade, ofereceu-se para os guiar sobre as tábuas  e os conduziu rapidamente a um porto, onde saltaram em terra. Os dois frades caíram de joelhos aos pés do seu salvador, num agradecimento comovido:

   -  Quem és? perguntaram-lhe, curiosos.

   -  Eu sou José, Esposo de Maria e Pai Adotivo de Jesus. Se quereis agradecer-me e fazer alguma coisa que me seja agradável, não deixeis de rezar sete vezes o Pai-Nosso e sete vezes  a Ave Maria, em memória das sete dores com as quais minha alma foi afligida na terra, e em memória das sete alegrias que consolaram meu coração quando vivi no mundo com Jesus e Maria.

   E, ditas essas palavras, desapareceu. 

   Daí veio a propagação desta prática tão bela de piedade, a mais popular e a mais agradável a São José.  
    

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