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Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

quarta-feira, 29 de março de 2017

GLÓRIA E PODER DE SÃO JOSÉ


29 de março

O CORDÃO DE SÃO JOSÉ

   ORIGEM: Foi no século XVII, em Anvers, Bélgica, no convento das Agostinhas.

   Ia já para três anos que Soror Isabel Sillevorts via-se atacada do mal-da-pedra (cálculo renal). Dores lancinantes, espasmódicas! Os recursos da medicina, últimos e mais enérgicos, baldados!.

   Animada pela mais firme confiança no Patrocínio de São José, Soror Isabel, havendo obtido do sacerdote que lhe benzesse um cordão, cinge-o em homenagem ao grande Patriarca, abandona os recursos da terapêutica e começa com todo o fervor uma novena de súplicas ao Esposo puríssimo da Virgem Mãe de Deus, certa de que seria por ele ouvida e curada. 

   Dias depois, a 10 de junho de 1649, quando, por entre os estertores de agudíssimo sofrimento, a pobre fazia ao santo a mais ardente súplica, eis que de repente se vê livre de um cálculo de desproporcionadas dimensões e completamente curada.

   Grande e rápida foi a repercussão do milagre, que muito serviu para consolidar nos habitantes de Anvers a devoção a São José, então já bastante espalhada.

   Mais tarde, a 3 de janeiro do ano seguinte, lavrou-se disso uma ata autenticada pelas assinaturas da Madre Priora do Convento, Soror Maria Martens, de Soror Catarina Martens, a enfermeira da Comunidade, e da própria agraciada, Soror Isabel da Sillevorts.

   Em 1842, por ocasião dos piedosos exercícios do mês de São José, foi esse fato publicado na igreja de São Nicolau, na cidade de Verona (Itália), e muitas pessoas enfermas, cingindo-se então com o cordão bento, experimentaram o valioso auxílio do Santo Patriarca.

   Daí se foi estendendo o uso do cordão de São José; e, hoje, não só é procurado para alívio de enfermidades corporais como também, e com igual sucesso, em os perigos da alma.

   Salienta-se, sobremodo, o benefício do cordão de São José como uma arma contra o demônio da impureza.

   A Santa Sé autorizou a devoção do cordão de São José. Permitiu a fundação de Confrarias e Arquiconfrarias do Cordão de São José, elevando uma delas à categoria de Primária. 

   Em setembro de 1859, dando provimento a uma petição do bispo de Verona, a Sagrada Congregação dos Ritos aprovou a fórmula da Bênção do Cordão de São José. Esta bênção acha-se no Ritual da Santa Igreja, constando-se de cinco orações belíssimas. onde se pede especialmente a virtude da castidade e pureza de alma e corpo. 

   O Cordão de São José deve ser feito de linho, ou algodão bem alvejado. A pureza e alvura desses materiais nos hão de indicar a candura e virginal pureza de São José, castíssimo Esposo da Virgem Mãe de Deus, Maria Santíssima. 

   Numa extremidade leva sete nós, que representam as sete dores e as sete alegrias do glorioso Patriarca. 

   Por fim, deve ser bento, com bênção própria como está no Ritual. Assim devidamente bento, deve ser usado, é obvio, com fé e devoção para se implorar um constante Patrocínio de São José, especialmente na guarda e defesa da sublime virtude da castidade (como solteiro, casado ou consagrado). Se o trará constantemente cingido. Dou o conselho de usá-lo também como uma pequena penitência em honra de São José. 


EXEMPLO

A caneta de São José

   As Irmãs de Caridade de uma Congregação fundada pela Venerável Madre Seton estabeleceram, sob a direção de uma santa religiosa, Madre Maria Irene, uma casa em Nova York, destinada a receber e amparar crianças abandonadas. 

   O edifício é hoje dos maiores e ocupa um quarteirão todo entre a Lexington Avenue e a Terceira Avenida. Ali são amparados centenas de pobrezinhos. E, no entanto, esta obra grandiosa começou humilde e pobre. Em breve, Irmã Irene resolveu levantar o grandioso edifício. Confiou a obra a São José e esta chegou a ser uma realidade. Porém, como sustentar tantos pobres orfãozinhos? Havia enormes dívidas da construção. Os pedidos de proteção a crianças abandonadas chegavam todos os dias. Confiadas em São José, iam recebendo órfãos. Lembraram-se as Irmãs de pedir ao governo do Estado de Nova York uma subvenção anual e uma verba extraordinária de auxílio. Escreveram de Albay, sede da Assembleia Legislativa do Estado, que o pedido não passaria na Assembleia, porque não eram poucos os deputados protestantes, e estes se opunham ferrenhamente ao projeto. A situação era grave. Não era possível contar com os votos da maioria. O Partido protestante se opunha tenazmente e outros homens da Assembleia não olhavam a causa com bons olhos, já por espírito maçônico e liberal, já por grandes preconceitos contra a educação católica. Não se podia esperar que o Bill fosse aprovado. Nestas circunstâncias Madre Maria Irene, devotíssima de São José, alma simples e confiante, foi ao salão principal onde se venerava uma linda imagem do santo em tamanho natural e lhe disse, com doce ingenuidade: Meu querido São José, o projeto há de passar na Assembleia! Vós não haveis de desiludir minha confiança em vossa proteção. Vede os pobres órfãos da vossa casa e tantos outros que preciso amparar! Não é possível, meu São José, seja eu desamparada! Como hei de dar comida e roupa a tanta gente? Valei-me, meu São José! O Bill há de ser aprovado!

   E, ingenuamente, coloca na mão da imagem uma caneta com a pena molhada em tinta.

   - Aqui ficará nas vossas mãos, meu São José, esta caneta, até que o projeto seja assinado. 

   Toda gente que passava pelo vestíbulo sorria, ao ver São José de caneta entre os dedos.

   Durante um mês, seguramente, a imagem trazia a caneta, com admiração geral.

   Numa tarde, as religiosas em recreio, num pátio junto ao vestíbulo, ouviram o barulho da caneta que tombou no soalho. Madre Irene foi buscá-la e disse, radiante:

   - São José nos ouviu! Fomos atendidas. Tenho plena confiança!

   De fato. Uma hora depois, chegava à portaria um telegrama de Albany: "O Bill foi assinado".

   Aprovado!  
   
   Correram, todas as religiosas e crianças, para diante de São José e, ali prostradas, agradeceram comovidas a graça. 


   

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