SAUDAÇÕES E BOAS VINDAS

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

NAS ORAÇÕES VOCAIS


LEITURA ESPIRITUAL  -  Dia 28 de outubro

[Confiança em Maria como mediadora nas orações vocais].

"8. Para este mesmo fim, em perfeita harmonia com os mistérios, tende a oração vocal. Procede, como é justo, a oração dominical dirigida ao Pai celeste. Em seguida, após haver invocado o mesmo Pai com a mais nobre das orações, do trono da sua majestade a nossa suplicante volve-se para Maria, em obséquio à lembrada lei da sua mediação e da sua intercessão, expressa por S. Bernardino de Sena com as seguintes palavras: "Toda graça que é comunicada a esta terra passa por três ordens sucessivas. De Deus é comunicada a Cristo, de Cristo à Virgem, e da Virgem a nós" (S. Vern. Sen., Serm. VI in festis B. M, V., De Annunc., a. 1, c. 2). E nós, na recitação do Rosário, passamos por todos os três graus desta escala, em diversa relação entre eles; porém mais longamente e de certo modo com mais gosto, detemo-nos no último, repetindo por dez vezes a saudação angélica, como que para nos elevarmos com maior confiança aos outros graus, isto é, por meio de Cristo a Deus Pai. Porquanto, se tornamos a repetir tantas vezes a mesma saudação a Maria, é para que a nossa oração, fraca e defeituosa, seja reforçada pela necessária confiança, confiança que surge em nós se pensarmos que Maria, mais do que rogar por nós, roga em nosso nome. De certo as nossas vozes serão mais agradáveis e eficazes na presença de Deus se forem apoiadas pelos rogos da Virgem; à qual Ele mesmo dirige o amoroso convite: "Ressoe a tua voz ao meu ouvido, porque suave é a tua voz" (Cânt. 2, 14). Por esta mesma razão, no Rosário nós tornamos tantas vezes a celebrar os seus gloriosos títulos de Mediadora. Em Maria saudamos aquela que "achou favor junto a Deus"; aquela que foi por Ele, de modo singularíssimo, "cumulada de graça", para que tal superabundância se entornasse sobre todos os homens; aquela a quem o Senhor está unido pelo vínculo mais estrito que existir possa; aquela que, "bendita entre as mulheres", "só ela dissolveu a maldição e trouxe a bênção" (S. Tom., op. VIII, sobre a saudação angélica, n. 8), ou seja o fruto bendito do seu seio, no qual "todas as nações são benditas";  aquela, enfim, que invocamos como "Mãe de Deus". Pois bem, em virtude de uma dignidade tão sublime, que coisa haverá que ela não possa pedir com segurança "para nós pecadores", e, por outro lado, que coisa haverá que não possamos esperar nós, em toda a vida e nas nossas extremas agonias?

9. Quem com toda diligência houver recitado estas orações e meditado com fé estes mistérios, não poderá deixar de admirar os desígnios divinos que uniram a Virgem Santíssima à salvação dos homens; e, com comovida confiança, desejará refugiar-se sob a sua proteção e no seu seio, repetindo a súplica de S. Bernardo: "Lembrai-vos, ó piedosíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que alguém que tenha recorrido à vossa proteção, implorado o vosso auxílio, invocado a vossa intercessão, tenha sido por vós desamparado".


(Encíclica "JUCUNDA SEMPER" de Leão XIII).  

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