SAUDAÇÕES E BOAS VINDAS

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

sexta-feira, 14 de abril de 2017

SERMÃO DA PAIXÃO - A MORTE NA CRUZ

   Caríssimos e amados irmãos em Nosso Senhor Jesus Cristo!

   Ao lado de Maria Santíssima assistamos a morte de Nosso Divino Salvador.

   Três horas da tarde... A treva que, desde o meio dia se vinha adensando sempre mais e mais, era agora pesada e lúgubre como um manto de chumbo a cair sobre os circunstantes. Em torno da cruz, medrosa e indecisa, como a espiar o momento favorável, pairava a morte. Mas a morte não ousava aproximar-se da Vida. 

   Recolhendo as últimas forças, deu Jesus um grande grito, ergueu os seus olhos para o Céu e exclamou: "Pai em vossas mãos entrego a minha alma". Depois, como acenando à morte que se aproximasse inclinou a cabeça e expirou.

   Ah! caríssimos fiéis, se a morte de um Deus, que abalou toda a natureza deixou ainda corações insensíveis como pedras; as pedras se fizeram corações para a sentir! Houve um grande terremoto, e os rochedos se fenderam. 

   No tempo da Lei Mosaica, quando era encontrado um cadáver em qualquer parte, eram intimados todos os habitantes do lugar e da vizinhança e comparecerem numa vasta sala. Lá tomavam assento os homens mais notáveis para um tribunal. Em face dos juízes e sob o olhar do povo, colocava-se sobre uma mesa o cadáver ensanguentado. Depois todos: homens e mulheres, velhos e moços e até crianças avançavam-se e à medida que passavam diante do morto, deviam levantar a mão, e dizer: "Sou inocente do assassínio deste homem". 

   Há vinte séculos que uma vítima foi encontrada sem vida e coberta de chagas no alto do Calvário. A nobre Vítima, ei-La!...[neste momento, o pregador toma em sua mão um crucifixo de tamanho suficiente para poder ser visto por todo o povo, levanta-o e mostra-o a todos] - É o corpo de Jesus de Nazaré. Esse Corpo Divino, quem O maltratou assim? Quem o pregou na cruz? quem pôs em Sua augusta fronte uma coroa de espinhos? Quem O matou? - Os escribas, os fariseus, os soldados. - sim, mas foram os instrumentos em minhas mãos sacrilegamente pecadoras! Perdão, Jesus, perdão! "Foram meus crimes que pesaram em tão grande número sobre Vossa cabeça que chegastes ao ponto de suar sangue no Jardim das Oliveiras. Fui eu quem Vos deu o beijo de Judas. Fui eu quem amarrou os Vossos pulsos! Não foram os soldados. Fui quem vos condenou: não foram Anás e Caifás. Não foi Pedro quem Vos renegou: fui eu. Não foi Herodes quem vos tratou por louco: fui eu. Não foi Pilatos quem lavrou a sentença de morte: fui eu, sempre eu. Eu tomei do azorrague e sangrei o vosso corpo; eu bati os espinhos para que entrassem bem dentro na cabeça; eu furei de cravos os vossos pés e as vossas mãos; eu vos matei de sede durante três horas. Matei" (Pe. Dr. Castro Neri). A minha mão tinta de sangue levanta-se, não para dizer-se inocente, mas para Vos pedir perdão: Senhor eu sou o vosso assassino. Perdão! E já que morrestes por mim, eu viverei por Vós, para Vós, para Vos amar eternamente no Céu. Amém! Assim seja!


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