SAUDAÇÕES E BOAS VINDAS

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

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sexta-feira, 10 de abril de 2020

SERMÃO DA PAIXÃO: Sentença de morte, Carregamento da Cruz e Crucifixão

   Caríssimos e amados irmãos em Nosso Senhor Jesus Cristo!

   Acompanhemos o Divino Salvador até ao Calvário!
   
   A turba sanguinária, apesar deste tão compassivo quadro do "Ecce Homo", capaz de comover até os corações de bronze, continua em furor, gritando: retirai esse homem de nossas vistas e mandai que ele seja crucificado!
   
   Pilatos ainda faz alguma resistência, mas já se mostra vacilante. 

   "Se dás liberdade a esse homem", gritam todos os sinedritas, "não és amigo de César; porque todo aquele que se faz rei é um revoltado contra César".

   Era o golpe derradeiro!!!

   À evocação do nome de César, vacila o procônsul como fulminado por um raio. Os doces reclamos da graça foram abafados pelas ambições humanas! Pilatos tem medo. Lava as mãos do Sangue inocente e pronuncia a sentença de morte. 

   - Serás crucificado! Ibis ad crucem!


 Triunfam enfim os inimigos de Jesus. Pronunciada a sentença ardentemente desejada, organiza-se o préstito:
    Como outrora Isaac levando sobre os ombros o lenho do holocausto, Jesus sobe a ríspida ladeira que dá para o Calvário a essa hora abafadiça e irrespirável. 
  
   Eis o alto do Calvário!

  Omitimos aqui, o encontro de Jesus com Sua Santíssima Mãe. Na Quarta-feira Santa já publicamos o Sermão do Encontro. 

   Aí no Calvário, permaneçamos até o fim. Agora, em companhia de Jesus e também de Sua Mãe Santíssima, deixemos que a dor invada nossos corações, contemplando essas duas vítimas inocentes unidas num mesmo sacrifício. O que se passou no alto do Calvário deve ficar gravado em nossos corações! 

   "Posta a cruz, diz Padre Vieira, naquele lugar do monte onde havia de ser levantada, enquanto uns abriam o cova, e outros preveniam os instrumentos, mandaram ao Senhor que se despisse; (...) Despido, com os olhos no chão, mandam-lhe que se deite na cruz. Levantou o Senhor os olhos ao Céu, pôs os joelhos em terra, cruzou as mãos sobre o peito, oferecendo-se ao sacrifício; e fazendo logo com grande sujeição e humildade o que lhe mandavam, deitou-se sobre a cruz, estendeu os braços sobre os braços da cruz, e os pés para a parte dos pés, e a cabeça sobre os espinhos". 
   Eterno Pai, se não há piedade na terra, esperamo-la do céu. 
  Já Isaac está deitado sobre a lenha! Já está conhecida a obediência de Vosso Filho. Já mostrou que estima mais a Vossa Vontade que a Sua vida. Se é necessário sangue para a Redenção, já está derramado muito mais do que basta.
   Senhor, suspende o golpe! 
   Pecadores, avaliai agora o pecado pela resposta que é dada a esta súplica; mas ai, que já os algozes têm nas mãos os cravos. Já vejo levantar o martelo. - Eterno Pai, não poupareis o Vosso Filho? - Não! Vejo n'Ele os pecados dos homens. Execute-se o golpe, diz a Divina Justiça, preguem-se os pés, preguem-se as mãos, consume-se o sacrifício...
   E assim se fez...
   Começam a pregar primeiro a mão esquerda, depois a direita, ultimamente os pés. As cruéis marteladas fazem ecos pelos vales daqueles montes; mas muito maior eco faziam no coração da lastimosa Mãe. No corpo do Filho, diz Vieira, davam-se as marteladas divididas, porque umas feriam os pés; outras a mão direita; outras a  esquerda; porém na Senhora todas batiam e descarregavam juntas no mesmo lugar, porque todas feriam o coração. 

   Pregado, enfim, na cruz, o nosso amoroso e pacientíssimo Jesus, tomaram os algozes a cruz em peso e ficou arvorado no monte Calvário o estandarte de nossa Redenção. 

   Oh! que dor! Oh! que tormento! Oh! que ânsia daquela humanidade sagrada, neste rigorosíssimo ato!. Caiu a cruz de golpe na cova, que era funda; estremeceu e ficou suspenso com todo o peso; e com este abalo de todos os membros e de todas as veias, as quatro fontes de sangue que estavam abertas, começaram a correr com maior ímpeto, e a regar a terra. ...


 Oh! que afligido, que angustiado vos vejo, meu Jesus!
   Se o Senhor se queria firmar sobre os cravos dos pés, mais feriam-se os pés; se se queria suspender sobre os cravos das mãos, rasgavam-se mais as mãos; se se queria arrimar à cruz, cravavam-se mais os espinhos. 
   Faltava-Lhe o sangue para o alento, faltava-Lhe o ar para a respiração, e até  a terra, que não falta aos bichinhos dela, faltava ao Criador do céu e da terra! Pode-se, continua o Padre Vieira, considerar mais extrema miséria e desamparo? Que morra o Filho de Deus, e que o matem os homens; e que nem sete pés de terra sobre que morrer, lhe concedam! Oh extremo de ingratidão, só igual ao extremo de tal amor!

   Prometido o Paraíso ao ladrão que se arrependeu, tratou o Senhor de se despedir e de fazer o Seu testamento. Bens deste mundo, de que testar, não os tinha, porque nunca os tivera; e os pobres vestidos com que se cobria, que é só o que possuía, não os deixou, nem os pôde deixar; porque pertenciam aos algozes que já os tinham repartido entre eles. O que tinha e Lhe restava nesta vida e desta vida era uma Mãe e um amigo que, de todos, só Lhe fora fiel. Olhou, pois para a Mãe e para o discípulo amado e disse à Mãe:  "Mulher, eis aí o teu filho";  e ao discípulo: "Eis aí a tua Mãe".

   Que breves palavras, mas quão agudas e lastimosas! Agudas e lastimosas para o coração da Mãe, agudas e lastimosas para o coração do Filho. Considerai, almas devotas, qual seria a dor daquela tão amorosa e afligida Mãe, ouvindo estas palavras. Quanto lhe partiria o coração, ver que em lugar do Seu Jesus, lhe davam outro filho ou outros filhos!
   Maria olhou em torno de si. Ali estava João, o moço angélico e puro. Mas, estavam também: Madalena, os algozes, o mau ladrão. Pois também a estes haveria Ela de os acolher como filhos. João, Madalena e o mau ladrão representavam no alto do Calvário as três classes de almas de que se compõe a humanidade: almas puras e sem pecado, almas pecadoras que se arrependem e almas pecadoras não arrependidas. E Maria realmente compreendeu o alcance da profecia do Velho Simeão. Era preciso que também Ela, nesta hora de silêncio, de angústias e de trevas, oferecesse o coração ao gládio do profeta, para desta ferida aberta nascêssemos nós, os filhos de sua dor. 

   Maria, sois nossa Mãe! Vós que sois a onipotência suplicante; vós que sereis sempre toda amor e bondade, porque sempre sereis Mãe, velai por nós! Amém!
   

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Como o moribundo deve vencer certas tentações do demônio

   
 Devemos resistir ao demônio, firmes na fé. Deus é fiel e nunca permite que o inimigo de nossa alma nos tente acima das forças. Quando Deus permite a tentação, é para a gente tirar dela proveito. Deus dá a todos a graça suficiente para se salvarem.

   Não há dúvida que as tentações na proximidade da morte, são mais terríveis. Quando o corpo está debilitado, a alma perde muitas vezes parte do seu vigor. É pois da maior importância estar premunido contra estes últimos e temíveis assaltos do demônio. 

   NAS TENTAÇÕES CONTRA FÉ: Não disputar com o inimigo. Quando o moribundo se sentir agitado por pensamentos de dúvida, contente-se com dizer, ou mesmo exprimir por sinais que crê em tudo o que crê e ensina a Santa Madre Igreja. Católica. 

   NAS TENTAÇÕES DE PRESUNÇÃO: Quanto mais uma pessoa tenha durante a vida se empenhado em dar bom exemplo, quanto mais tenha sofrido e dado mais edificação, tanto mais também o demônio a incita a confiar na sua própria justiça. É tentada a considerar os elogios que lhe dão, como prova certa de sua pretensa virtude. Neste caso, humilhe-se profundamente, e diga com o santo Jó: "Eu sei verdadeiramente que é assim, que o homem comparado com Deus não é justo. E, se quiser disputar com Deus, não lhe poderá responder por mil coisas uma só" (Jó, IX, 2 e 3). 

   NAS TENTAÇÕES DE DESESPERAÇÃO: O Espírito das trevas procura lembrar ao moribundo as suas obrigações e os favores talvez extraordinários que recebeu de Deus em sua vida. Pinta-lhe, então, as suas faltas com as cores mais vivas, e algumas vezes as mais exageradas: esforça-se o demônio por lhe persuadir que não poderá escapar à ira de um Deus tão santo, por ter abusado dos seus benefícios. 

É preciso fazer um último ato de esperança e de amor. 
  
 Bossuet diz a respeito da morte: "Os meus sentidos extinguem-se, a minha vida esvai-se; em breve passarão por onde eu estava: eis o seu quarto, dirão, eis o seu leito; e não me encontrarão lá. Como isto é triste! Sim, seria muito triste, se eu não tivesse esperança. Mas se tudo cai em redor de mim, vou para onde está tudo. Deus poderoso, Deus eterno, Deus feliz, alegro-me do vosso poder, da vossa eternidade, da vossa felicidade. Quando vos verei, ó luz, ó bem, ó fonte do bem. ó bem único, ó todo o bem, ó toda a perfeição, ó única perfeição; ó vós, que sois o ser por excelência, que sois tudo, em que eu estarei, que estareis em mim, que sereis tudo a todos, com quem eu serei um só espírito! Quando vos verei, ó princípio que não tendes princípio? Quando verei sair do vosso seio vosso Filho, que vos é igual? quando verei o vosso Santo Espírito proceder da vossa união, terminar a vossa fecundidade? Cala-te alma minha, não fales mais; para que balbuciar ainda, quando te vai falar a mesma verdade?..."

   Na verdade, uma boa morte não se improvisa, prepara-se. Geralmente como for a vida, será a morte. Quem procurou viver com o coração reto diante de Deus. vigiando sempre para observar os mandamentos e cumprir os deveres de estado; tendo todo empenho e cuidado em receber os sacramentos com as devidas disposições, deve confiar na misericórdia divina e desprezar as tentações do demônio na hora da morte. Os humildes e de coração reto poderão dizer adeus à Igreja militante já saudando a Igreja triunfante: Meus novos irmãos, ou melhor dizendo, meus amigos concidadãos, meus antigos irmãos, eu vos saúdo; brevemente vos abraçarei. Adeus, meus irmãos mortais, adeus! Ó Santa Igreja, eu não me despeço de vós. vou ver os profetas e os apóstolos, vossos fundamentos; os mártires, vossas vítimas; as virgens, vossa flor; os confessores, vosso ornamento; os Anjos e os Santos, vossos intercessores... Sinto-me morrer, fechai-me os olhos, envolvei-me nesta mortalha, enterrai-me... Jesus, Maria, José, recebei a minha alma. Assim seja!

      

quinta-feira, 18 de junho de 2015

REFLEXÕES SOBRE A MORTE

   O Divino Espírito Santo garante nas Sagradas Escrituras que, a pessoa pensando sempre na sua morte,  não peca.

   Imagino que o meu Anjo da Guarda se aproxime de mim e, como outrora o profeta ao Rei Ezequias, diga-me: "O teu tempo acabou; põe em ordem os teus negócios: vais morrer". 


E começo a refletir: QUE É MORRER?  A morte é uma passagem desta vida para a felicidade ou para a desgraça eterna. É o fim do tempo e de todas as coisas temporais: é a entrada na eternidade feliz ou desgraçada.
   Morrerei, isto é, deixarei tudo, sem exceção: parentes, amigos, família... Direi um eterno adeus a todas as coisas da terra. Deixarei a minha casa, os meus móveis, meu carro, tudo o que me pertence. Deixarei absolutamente tudo. Há alguns objetos que eu mais aprecie? Deixá-los-ei como tudo o mais. Que loucura, apegar-me ao que tão depressa passa! Quantos cuidados para afinal se prepararem tão grandes pesares. 

   Morrerei, isto é, o meu corpo será separado da minha alma, e então a sua presença tornar-se-á importuna e penosa, até aos que mais me tiverem amado. Enterrá-lo-ão, para que seja pasto dos vermos. Em lugar de lisonjear tanto a minha carne, que não tardará a ser podridão, quão prudente seria empregar a minha saúde, consumir as minhas forças, trabalhando pela glória de Deus e salvação de minha alma!... - Quando estiver na sepultura, pensarão muito em mim? Oh! que depressa são esquecidos os mortos! Ah! que insignificante é a estima das criaturas. Os grandes da terra são mais lembrados. Mas, para os que não salvaram a alma, que aproveita, serem elogiados onde não estão e atormentados onde estão!

   Morrerei, isto é, irei para a casa da minha eternidade, na expressão da Bíblia (Ecles. XII, 5). O tempo, o mundo, todas as coisas do tempo e do mundo terão desaparecido como um fantasma, e só a eternidade subsistirá! Ó terrível momento! Aparecer no tribunal de Deus, só, na sua presença, ser interrogado sobre toda a minha vida por Juiz infinitamente sábio, justo, e inimigo do pecado, e então sem misericórdia! 

   QUANDO E COMO MORREREI?  Quanto tempo tenho ainda de vida? Não sei: morre-se em toda a idade. Terei tempo de me preparar para a morte? Não sei; sei somente que muitas pessoas, até depois de uma longa doença, morrem quando menos esperam. Receberei os últimos sacramentos, ou morrerei sem confissão? Não sei; posso perder a fala de repente. Além disto, quando uma pessoa está doente, de que é capaz? Que loucura contar com estes últimos momentos, quando se trata da eternidade!

   ESTOU PREPARADO PARA MORRER? Quais as minhas disposições presentes? Estou pronto para deixar tudo? Estou pronto principalmente para comparecer no tribunal de Deus, e dar-Lhe conta de todos os benefícios que tenho recebido da sua bondade, de todos os meus deveres de estado? Está a minha consciência tranquila? Não há nada que me inquiete nas minhas confissões e comunhões? Que imprudência viver num estado, em que não quereria morrer!




 Meu querido São José. ao fazer tais reflexões tomo a resolução de pedir todos os dias a vossa proteção:

ORAÇÃO

   Ó glorioso São José, guarda fiel de Jesus e de Maria, eu vos confio tudo o que possuo e tudo o que sou. Por vossa profunda humildade, mansidão inalterável, paciência invencível, e por aquela perfeita docilidade, que vos tornou tão fiel imitador de todas as virtudes de Jesus, fortificai-me nas minhas penas. sede meu conselho e minha fortaleza, alumiai-me nas minhas trevas, amparai-me nas minhas tentações, consolai-me nas tribulações da vida, e principalmente na minha última agonia. Defendei-me nesse terrível momento, e alcançai-me a graça de expirar em paz, como vós, sobre o Coração de Jesus e nos braços de Maria, cheio da mais terna confiança. Assim seja. 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

ATO DE RESIGNAÇÃO PARA A MORTE

   É bom incluir este ato, todos os dias, na ORAÇÃO DA NOITE. 



   Soberano senhor da vida e da morte; ó Deus, que, por um decreto imutável e para castigar o pecado, decretastes que todos os homens hão de morrer, aqui me tendes prostrado humildemente na vossa presença, resignado a sujeitar-me a esta lei e vossa justiça. Deploro na amargura da minha alma, todos os pecados que tenho cometido. Pecador rebelde, tenho merecido mil vezes a morte; aceito-a em expiação de tantos pecados: aceito-a por obediência à vossa adorável vontade; aceito-a em união com a morte de meu Salvador. Morra eu pois, ó meu Deus, quando, onde, e como vos aprouver ordená-lo. Quero aproveitar o tempo, que a vossa misericórdia se digna ainda conceder-me, para me desapegar deste mundo, onde não tenho já senão alguns instantes de vida, para romper todos os laços que me prendem a esta terra de exílio, e para preparar a minha alma para os vossos tremendos juízos. Entrego-me sem reserva nas mãos de vossa Providência sempre paternal. Seja feita a vossa vontade em tudo e sempre. Assim seja. 


ORAÇÃO PARA IMPLORAR A GRAÇA DE UMA BOA MORTE

   Prostrado diante do trono de vossa adorável Majestade, venho suplicar-vos, ó meu Deus, a última e a mais importante de todas as graças, a graça de uma boa morte! Por pior que seja o uso, que tenha feito da vida que me destes, concedei-me a graça de a acabar, morrendo no vosso amor.

   Que eu morra como os santos patriarcas, deixando sem repugnância este vale de lágrimas, para ir gozar do eterno descanso na minha verdadeira pátria!

   Que eu morra como o bem-aventurado São José, nos braços de Jesus e de Maria, repetindo estes doces nomes, que espero bendizer durante toda a eternidade!

   Que eu morra como a Santíssima Virgem, abrasado no amor mais puro, ardendo em desejos de me unir ao único objeto de todos os meus afetos!

   Que eu morra como Jesus na Cruz, cheio do mais vivo ódio ao pecado, de amor ao meu Pai do Céu, e de resignação no meio dos sofrimentos!

   Pai santo, entrego a minha alma nas vossas mãos; tende misericórdia de mim.

   Jesus, que morrestes por meu amor, concedei-me a graça de morrer no vosso amor.

   Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por mim, pecador, agora e na hora da minha morte. 

   Anjo do céu, fiel guarda da minha alma, e vós, Santos que Deus me deu por protetores, não me desampareis na hora da minha morte.

   São José, alcançai-me o maior, o mais precioso de todos os favores, o de morrer a morte dos justos. Assim seja.