SAUDAÇÕES E BOAS VINDAS

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

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domingo, 2 de fevereiro de 2020

HOMILIA DOMINICAL - 4º Domingo depois da Epifania

   Leituras: Epístola aos Romanos, 13, 8-10; Evangelho segundo São Mateus, 8, 23-27.

   Caríssimos e amados leitores em Nosso Senhor Jesus Cristo!

   Esta barca agitada pela tempestade é uma das mais perfeitas imagens da Igreja, que transporta sobre o mar deste mundo os discípulos e servos de Jesus. O divino Mestre está lá também, realmente presente, mas oculto e parecendo dormir.
   Quantas e quantas vezes, desde 20 séculos, a Igreja tem visto a sua existência ameaçada pelas tempestades! Quantas perseguições, ou cruentas e declaradas, ou surdas e hipócritas! Mas devemos ter fé porque Jesus disse: "Eu estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos". De fato, a Igreja conhece o poder d'Aquele que vela, quando parece dormir. A Igreja é indefectível, malgrado todas as borrascas: perseguições sangrentas e/ou heresias e cismas. As portas do inferno jamais prevalecerão contra a Igreja de Cristo!
   Esta barca é também figura de nossa pobre alma, tantas vezes batida por toda espécie de tempestades, durante a viagem no mar perigoso deste mundo. Abandonados a nós mesmos, pereceríamos infalivelmente. Mas se Jesus está conosco e é a nosso favor, que receio podemos ter? Felizes as almas que trazem Jesus consigo e sabem recorrer a Ele!
   Caríssimos e amados irmãos, as tempestades que acometem a nossa alma são muitas e variadas. São exteriores ou interiores. Entre as exteriores podemos enumerar: as doenças mais imprevistas, longas, dolorosas, dispendiosas; o luto, a perda dos que nos são caros, cuja morte nos enche de grande tristeza; a perda dos bens de fortuna, que nos precipita na miséria ou em dificuldades; calúnias, ódios, processos injustos, vinganças a que nos encontramos expostos, ainda que inocentes etc., etc.
   Tempestades interiores: as tentações; e mais ordinariamente o demônio deixa em paz os seus escravos. "Os cães não mordem nas pessoas da casa" diz São Francisco de Sales. Podemos ainda enumerar: os escândalos, as seduções do mundo, com as suas máximas falsas, as suas ilusões e os seus prazeres; as nossas paixões que rugem no íntimo do nosso ser e tentam revoltar-se contra o espírito, para nos arrastar ao mal, principalmente o orgulho, a ira, a ambição, a impureza.
   O espírito de fé diz-nos, entretanto, que qualquer luta ou tempestade da vida é sempre querida, permitida ou pelo menos não impedida por Deus. Como dizia Santa Teresinha: "Tudo é graça, tudo é fruto do amor infinito de Deus". Deus é Pai que nos prova unicamente porque nos ama.

Lago de Genesaré, 13km de largura e 20 km de comprimento

   As tempestades da nossa vida fazem que reconheçamos a nossa fraqueza e nos obrigam a recorrer a Jesus; porque sem Ele o que seria de nós?!  No meio das tempestades rezamos com mais fervor; praticamos as virtudes mais sublimes: a fé, a confiança em Deus, a submissão à Sua vontade, a paciência e a caridade. As provações servem para, nesta vida, expiarmos as nossas faltas e as nossas imperfeições e merecermos uma coroa melhor no céu. E sobretudo nos tornam mais semelhantes a Jesus.
   Assim, fazendo da nossa parte o que pudermos, ponhamos toda a nossa confiança em Jesus e apressemo-nos a recorrer a Ele com fé e amor. Caríssimos, não deixemos passar uma tão bela ocasião de praticar a humildade, a penitência, a paciência e de aumentar assim os nossos méritos para o céu.
   Irmãos caríssimos, não esqueçamos que, mesmo nestas tempestades, Jesus não teve em vista senão um maior bem para nós; agradeçamos-Lhe com toda a nossa alma; conservemo-nos sempre em união com Ele e seremos auxiliados. Jesus, o importante é que estejais no coração de cada um de nós! Amém!

domingo, 19 de janeiro de 2020

2º DOMINGO DEPOIS DA EPIFANIA

   Leituras: Epístola de São Paulo aos Romanos, 12, 6-16; 
                   Evangelho segundo São João, 2, 1-11.

 
"Naquele tempo, celebraram-se umas bodas em Caná de Galileia, e achava-se ali a Mãe de Jesus. E também Jesus foi convidado, com seus discípulos, para as bodas. Faltando o vinho, a Mãe de Jesus disse-lhe: Eles não têm mais vinho. Respondeu-lhe Jesus: Senhora, que nos importa isso, a Mim e a ti? Ainda não chegou a minha hora. Disse sua Mãe aos servidores: Fazei tudo quanto Ele vos disser. Ora, havia ali seis talhas de pedra destinadas às purificações usadas entre os judeus, cada uma das quais comportando duas ou três medidas [cerca de 40 litros]. Disse-lhe Jesus: enchei de água estas talhas. E encheram-nas até às bordas. E Jesus disse-lhes: Tirai agora e levai ao mestre-sala. E levaram. Assim que o mestre-sala provou a água transformada em vinho, sem saber de onde era, embora o soubessem os serventes que haviam tirado a água, chamou o mestre-sala o esposo, e disse-lhe: Todo homem põe primeiro o bom vinho, e quando já se tem bebido, põe então o inferior; mas tu guardaste o bom vinho até agora. Este foi o primeiro dos milagres que Jesus fez em Caná de Galileia; e manifestou sua glória e seus discípulos creram n'Ele". 

   Caríssimos e amados irmãos em Nosso Senhor Jesus Cristo!

Atual Caná da Galileia
   A Liturgia da Santa Madre Igreja começa a falar da vida pública de Nosso Senhor Jesus Cristo. É o primeiro milagre de Jesus, que se deu numas bodas em Caná, pequena aldeia que fica a cerca de 15 km de Nazaré.
   A primeira coisa que o Santo Evangelista ressalta é que nestas bodas se achavam presentes Maria Santíssima e seu divino Filho Jesus acompanhado de alguns discípulos.
   Jesus queria honrar com a sua presença o casamento, futuro sacramento, que purificará a fonte da vida e fundará a família cristã; e ensinar-nos que ele vem de Deus, é bom, digno de respeito e santo; e glorificá-lo com o seu primeiro milagre.
   Infelizmente, quantos cristãos, ou que se dizem tais, repelem a presença de Jesus, recusam a intervenção de Maria Santíssima, no ato aliás tão solene do casamento, e que tantas graças requer para completa felicidade da família! Todo casamento contraído fora da presença de Jesus, e sem a intervenção da sua Igreja, é não somente escandaloso e infeliz, mas ainda fonte perene de inúmeros pecados.

   Felizes os cristãos que têm o cuidado de convidar Jesus e Maria para as suas bodas, preparando-as e celebrando-as em santas disposições! Serão cumulados das graças e das bênçãos mais abundantes. Mas, ai! quantos consideram o matrimônio como um negócio inteiramente humano; quantas más intenções, imodéstias, quantos pecados lamentáveis que precedem, acompanham e seguem este ato tão importante da sua vida! É por isso que são tão poucos os casamentos verdadeiramente abençoados por Deus, e que uma maldição divina parece pesar sobre tantas famílias.
   Caríssimos e amados irmãos, consideremos agora Maria Santíssima nestas santas bodas de Caná da Galiléia. Mãe solícita,  percebe que o vinho vai faltar; e na sua bondade compassiva quer poupar aos esposos a vergonha e aos convivas a privação. Ela sabe que seu filho é o Filho de Deus, e assim cheia de fé, dirige-se a Jesus, cujo poder conhece. Expõe o embaraço iminente daqueles noivos e daquela pobre gente Àquele cuja bondade iguala o poder: "Eles não têm vinho". Palavra, ou antes prece misteriosa, cheia de eficácia sobre o Coração de Jesus, que, em atenção a sua Mãe, vai antecipar a hora dos seus milagres.
   Jesus entende que sua Mãe confia que Ele sendo o Messias, o Filho de Deus, pode fazer um milagre. E Jesus vai fazê-lo. Deixa claro, no entanto, que ainda não era a hora determinada pelo Seu Pai para dar início aos seus milagres. Disse isto para ressaltar o poder de intercessão de Sua Mãe Santíssima. Mas não havia dito no templo entre os doutores que Ele devia obedecer a Seu Pai, ocupando-se em fazer as coisas em obediência a Ele? Sim. Se Jesus antecipa a sua hora de começar a fazer milagres é porque o Seu Pai também determinou que Ele não negasse nada a Sua Mãe. Aqui, portanto, estava igualmente obedecendo ao Seu Pai. É da vontade de Deus que Jesus ceda sempre à intercessão de Maria Santíssima.
   Esta explicação se harmoniza, não somente com outras passagens similares da Escritura, mas ainda com o Espírito de São João, cujo fim era provar a Divindade de Jesus. Além disso o procedimento da Santíssima Virgem mandando aos servos que obedecessem a Jesus, não obstante sua resposta aparentemente negativa, confirma esta explicação que, aliás, só encontra oposição na má fé e ignorância de certos hereges.
   Que felicidade para os esposos de Caná o terem convidado Maria! Ela começa, então, em favor deles, aquele inefável mistério de intercessão, cujos resultados são tão proveitosos para nós, e que, de resto, é tão conforme ao plano divino, segundo a feliz expressão de São Bernardo: "Assim foi da vontade de Deus que tudo recebêssemos através de Maria Santíssima".
   Qual de nós hesitará, pois, em pôr sua confiança em Maria Santíssima e em implorá-la em todas as necessidades? Se ela intercedeu com tanta bondade por estes esposos, sem ter sido rogada, que não fará por aqueles seus filhos que recorrem a ela com tanta fé e amor?
   Ó Maria, boa e terna Mãe, vede a minha profunda miséria espiritual e dizei por mim a Jesus: "Ele não tem vinho", só tem a água da tibieza. Jesus que nada pode recusar-nos, fará em meu favor um novo milagre; dar-me-á graça e perdão, luz e força, mudará a minha água de tibieza no vinho delicioso da devoção e amor!
   Outro resultado deste primeiro milagre de Jesus foi fortalecer a fé nascente dos seus discípulos. Alguns, com efeito, já O seguiam mais ou menos, reconhecendo nele um profeta como João Batista. Mas, depois deste prodígio, consideraram-no como o Messias predito pelos Profetas; sentiram crescer a sua fé e ficaram mais bem dispostos para aceitar a doutrina de Jesus e pô-la em prática.
   Graças Vos dou, ó Jesus, por todas estas lições preciosas, que Vos dignastes dar-nos hoje. Ajudai-nos com a Vossa santa graça a aproveitá-las bem, a amar-Vos cada vez mais, e a viver unicamente para Vós. Amém!
  

domingo, 18 de novembro de 2018

HOMILIA DOMINICAL - 26º Domingo depois de Pentecostes (6º depois da Epifania transferido)

   Estamos no 26º Domingo depois de Pentecostes; transfere-se para hoje o 6º Domingo depois da Epifania. (Este ano litúrgico tem 27 domingos depois de Pentecostes). 

  Leituras: Primeira Epístola de São Paulo Apóstolo aos Tessalonicenses, 1, 2-10.
                  Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus, 13, 31-35:


Dizem os Santos Evangelhos : "Naquele mesmo dia
saiu Jesus de casa e sentou-se à beira do mar.
Reuniu-se tanta gente perto dele, que subiu à uma
barca, onde se sentou, ficando todo o povo
na praia. E falou-lhes muitas coisas em parábolas".
As duas parábolas do Evangelho deste Domingo
foram feitas neste sermão.
Faz alguns anos que houve uma grande seca
na Galileia; o nível das águas do Lago de
Genesaré ficou muito baixo. Foi então encontrada
uma barca afundada na argila, que segundo os
cientistas dataria entre os anos 100 AC e 100 DC.
Seria a barca na qual Jesus pregou? Este detalhe
não é possível ser verificado pelas ciências.
Tive oportunidade de ver esta barca (foto) no
Museu construído ao norte da antiga
Magdala.
  Naquele tempo, propôs Jesus ao povo esta parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e semeou em seu campo. Este grão é, em verdade, a menor de todas as sementes, mas depois de crescida, é a maior de todas as hortaliças e chega a tornar-se uma árvore, de maneira que as aves do céu vêm e fazem seus ninhos entre os seus ramos. Disse-lhes ainda outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até que ela fique levedada. Todas estas coisas disse Jesus ao povo, em parábolas; e não lhe falava senão em parábolas, para que se cumprisse o que estava escrito pelo Profeta? Abrirei em parábolas os meus lábios e publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo.

  Caríssimos e amados irmãos em Nosso Senhor Jesus Cristo!

  Neste domingo a Santa Igreja apresenta para nossa meditação, mais duas parábolas: a do grão de mostarda e a do fermento. 
   Os Santos Padres dão-nos vários sentidos da parábola do grão de mostarda: 
   1º - PRIMEIRA SIGNIFICAÇÃO:  A pregação do Evangelho, isto é, da doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo. Desde o princípio, com efeito, a pregação da doutrina  de Nossos Senhor foi como uma semente muito pequena, como um grão de mostarda, lançado primeiramente pelo próprio Divino Mestre e pelos Apóstolos na Judeia e depois em toda terra, no meio de contradições e de perseguições. Jesus dizia: "Quando Eu for levantado da terra, atrairei tudo a mim". E São Paulo diz: "Prego a Jesus crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios". Mas este grão de mostarda germinou, cresceu e fez-se árvore (na palestina o pé de mostarda chega até a três metros de altura) em que as aves do céu, isto é, as almas fiéis e generosas vêm pousar em multidão, à espera de voarem para o Céu. 
  2º - SEGUNDA SIGNIFICAÇÃO: A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Como o grão de mostarda, a Igreja era pequena em seus começos, e está hoje espalhada por todo o mundo; tornou-se uma grande árvore onde os pássaros, isto é, os cristãos de todos os séculos, vêm buscar abrigo e alimento. Os grandes e belos ramos desta grande árvore são os ensinos que saem do firmíssimo tronco, que é a Igreja. As almas nobres e verdadeiramente aladas, os que sabem erguer-se acima das misérias da vida, encontram repouso, paz e tranquilidade, à sombra de sua doutrina.
  O escândalo da cruz, a severidade da sua moral, as heresias nascentes, as terríveis perseguições durante séculos, devastando pastores e ovelhas, tudo isto parecia condenar a Igreja ao desaparecimento, como acontece com um grãozinho de mostarda que cai no chão e é pisado. Mas, ó maravilha! o pequenino grão de mostarda (já figurado pela pequenina pedra desprendendo-se da montanha, e mostrado ao profeta Elias sob a figura da pequenina nuvem que, pouco a pouco, se avoluma no horizonte) desenvolve-se admiravelmente de século para século, e transforma-se numa grande árvore que estende seus ramos até aos confins da terra e cobre o mundo inteiro com a sua benéfica sombra. 
  3º - TERCEIRA SIGNIFICAÇÃO: A graça de Deus em nossas almas. A graça é, muitas vezes, no princípio, quase imperceptível: é um bom pensamento, uma santa inspiração, uma secreta impulsão, um bom exemplo, uma simples palavra... Mas esta graça germina, cresce, aumenta na alma, torna-se como uma grande árvore, e produz frutos de santidade e de salvação, que edificam e alegram toda a Igreja. 
  4º - QUARTA SIGNIFICAÇÃO: O próprio Nosso Senhor Jesus Cristo: Referindo-se à sua Morte e Ressurreição Jesus disse que, se o grão não cair na terra e morrer, não germina e nem dá fruto. Tendo aparecido na terra pobre e humilde, vive nela vida obscura e pobre e é perseguido, reduzido a quase nada como um verme, na Sua Paixão; é sepultado e como que semeado na terra... Mas sai de lá triunfante e glorioso, estendendo a sua doutrina e o seu poder por toda a terra, e recebendo as adorações do mundo inteiro.

 Vejamos agora a parábola do fermento. Esta parábola parece-se com a da mostarda; mas suscita uma ideia de certo modo diferente. Se a parábola do grão de mostarda nos revela a expansão gradual do Evangelho e o seu extraordinário desenvolvimento, esta do fermento faz-nos ver o trabalho interior da graça na alma dos eleitos.
  Com efeito, aqui o fermento é tomado como figura da graça de Deus, que infundida em nossas alma por meio dos sacramentos, ali se desenvolve insensivelmente e produz frutos de santidade e de salvação, se não lhe pomos obstáculos. É mister o fervor, o calor do amor de Deus para que este fermento divino tenha todo o efeito em nossa alma. Aqui pensamos especialmente no Santíssimo Sacramento da Eucaristia. O pão eucarístico que a Igreja nos dá e que é posto em nós como um fermento sagrado, para nos penetrar, mudar e transformar em Jesus Cristo, fazer de nós com Ele, um mesmo espírito e uma mesma carne, a fim de que nos tornemos um pão místico, digno de ser oferecido a Deus. Todos os fiéis que comungam, e mais especialmente os que comungam com frequência, deveriam ser para todos aqueles que os cercam ou que eles frequentam, quer fossem cristãos quer descrentes, um como fermento salutar; isto é, assim como o fermento transforma a massa, assim, o verdadeiro cristão deve operar, naqueles com quem se mistura, uma feliz transformação, convertendo-os, tornando-os melhores, fazendo deles frutos saborosos, dignos e fiéis discípulos de Jesus Cristo.
  Senhor Jesus, abri os olhos da nossa alma, para que compreendamos as celestes instruções que nos dais em vossas divinas parábolas. Amém!