SAUDAÇÕES E BOAS VINDAS

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!

Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Sêde BEM-VINDOS!!! Através do CATECISMO, das HOMILIAS DOMINICAIS e dos SERMÕES, este blog, com a graça de Deus, tem por objetivo transmitir a DOUTRINA de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só Ele tem palavras de vida eterna. Jesus, o Bom Pastor, veio para que Suas ovelhas tenham a vida, e com abundância. Ele é a LUZ: quem O segue não anda nas trevas.

Que Jesus Cristo seja realmente para todos vós: O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA, A PAZ E A LUZ! Amém!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

20 de janeiro: São Sebastião - Mártir (+ 287)

Extraído do Livro "NA LUZ PERPÉTUA", autor: Pe. João Batista Lehmann, S. V. D.

   Nascido em Narbone, na Gália, recebeu Sebastião a educação em Milão, terra natal de sua mãe. Cristão, nunca se envergonhou de sua religião. Vendo as grandes tribulações que os cristãos sofriam, as perseguições atrozes de que eram vítimas, alistou-se nas legiões do imperador, com a intenção de mitigar os sofrimentos dos seus irmãos em Cristo. A figura imponente, a prudência e bravura do jovem tanto agradaram ao imperador, que o nomeou comandante da guarda imperial. Nesta posição elevada, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados. Tendo entrada franca em todas as prisões, lá ia visitar as pobres vítimas do rancor e ódio pagão, e com palavras e dádivas consolava e animava os candidatos ao martírio. Dois irmãos, Marco e Marceliano, não se acharam com coragem de afrontar os horrores da tortura e, aconselhados pelos pais e parentes, resolveram-se a sacrificar aos deuses. Mal teve ciência disto, Sebastião procurou-os e com sua palavra cheia de fé, reanimou os desfalecidos e vacilantes, levando-os a perseverar na religião e antes sacrificar tudo que negar a fé. Profunda comoção apoderou-se de todos que assistiram a esta cena. Marco e Marcelino cobraram ânimo e prometeram a Sebastião fidelidade na fé até à morte. Uma das pessoas presentes era Zoé, esposa do funcionário imperial Nicostrato. Esta pobre mulher estava muda há seis anos. Impressionada pelo que presenciara, prostrou-se aos pés de Sebastião, procurando por sinais interpretar o que lhe desejava dizer. Sebastião fez o sinal da Cruz sobre ela e imediatamente Zoé recuperou o uso da língua. Ela e o marido converteram-se ao Cristianismo. Este exemplo foi imitado pelos pais de Marco e Marceliano, pelo carcereiro Cláudio e mais dezesseis pessoas. Todos receberam o santo Batismo das mãos do sacerdote Policarpo, na casa de Nicostrato.
   A conversão destas pessoas, em circunstâncias tão extraordinárias, chamou a atenção do prefeito de Roma, Cromâncio. Sofrendo horrivelmente de reumatismo, e sabendo que o pai de Marco e Marceliano pelo Batismo tinha ficado curado do mesmo mal, manifestou o desejo de conhecer a religião cristã. Sebastião deu-lhe as instruções necessárias, batizou-o, com seu filho, Tibúrcio e curou-o da doença. Tão grato ficou Cromâncio, que pôs em liberdade os cristãos encarcerados seus escravos, e renunciou ao cargo de prefeito. Retiraram-se da cidade para sua casa de campo, deu agasalho aos cristãos, acossados pela perseguição. 
   Esta recrudesceu de uma maneira assustadora. O santo Papa Caio aconselhou os cristãos que se sentiam com pouco ânimo de sofrer o martírio, que se retirassem da cidade antes da tempestade se desencadear. O mesmo conselho deu a Sebastião. Este, porém, nada disto quis saber e declarou preferir ficar em Roma, para animar e defender os irmãos nas grandes aflições. "Pois bem, meu filho - disse-lhe o Papa - fica na arena da luta, representando o defensor da Igreja de Cristo, sob o título de capitão imperial".
   Muito tempo não levou, e Diocleciano soube, por uns cristãos apóstatas, que Sebastião era cristão, e grandes serviços prestava aos outros cristãos encarcerados. Diocleciano repreendeu-o, e apelou para os sentimentos de honra de capitão, pois que tão mal agradecia os benefícios e distinções recebidas. Sebastião com respeito, mas também com franqueza se defendeu, apresentando os motivos que o determinaram a seguir a religião cristã e a socorrer os pobres perseguidos. O imperador, porém, insistiu na exigência, recorrendo a promessas, elogios e ameaças, para conseguir de Sebastião que abandonasse a religião de Cristo. Todas as argumentações e tentativas de Diocleciano esbarraram de encontro à vontade inflexível do militar. Sem mais delongas, deu ordem aos soldados que amarrassem os chefe a uma árvore e o asseteassem. A ordem foi cumprida imediatamente. Os soldados despiram-no, ataram-no a uma árvore e atiraram-lhe setas em tanta quantidade quanto acharam necessárias, para matar um homem e deixaram a vítima neste mísero estado, supondo-o morto.
  Alta noite chegou-se Irene, mulher do mártir Castulo, ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com grande admiração, encontrou-o ainda com vida. Sem demora deu providências para que o mártir fosse levado para sua casa, onde o tratou com todo o desvelo.
   Apenas restabelecido, o herói procurou o imperador e, sem pedir audiência, apresentou-se-lhe, acusando-o de grande injustiça, por condenar inocentes, como eram os cristãos, a sofrer e morrer. Diocleciano, a princípio, não sabia o que pensar e dizer pois tinha por certo que Sebastião não mais existia entre os vivos. Perguntando-lhe quem era, Sebastião disse-lhe: "Sou Sebastião e do fato de eu estar vivo, devias concluir que é poderoso o Deus, a quem adoro, e que não fazes bem em perseguir-lhe os servos". Diocleciano enfureceu-se com esta resposta e ordenou aos soldados que levassem a Sebastião ao foro e lá, na presença de todo o povo, o matassem com paus e bolas de chumbo. Os algozes cumpriram também esta ordem e, para subtrair o cadáver à veneração dos cristãos, atiraram-no à cloaca máxima. Uma piedosa mulher, Santa Luciana, porém, achou-o, tirou-o da imundície, e sepultou-o aos pés de São Pedro e São Paulo. Assim aconteceu em 287. Mais tarde, no ano de 680, as relíquias foram solenemente transportadas para uma basílica, construída por Constantino. Naquela ocasião grassava em Roma a peste, que vitimou muita gente. A terrível epidemia desapareceu na hora daquela transladação, e esta é a razão por que os cristãos veneram em São Sebastião o grande padroeiro contra peste. Em outras ocasiões se verificou o mesmo fato; assim no ano de 1575 em Milão, e 1599 em Lisboa, ficando estas duas cidades livres da peste pela intercessão do glorioso mártir São Sebastião.

REFLEXÕES
   São Sebastião vivia no meio de pagãos. Soldados e oficiais do exército romano eram sua companhia cotidiana. Inabalável na fé, não se deixava influir pelas opiniões, sarcasmos, críticas e calúnias daqueles que não eram cristãos. O mundo contemporâneo tem muitos sinais característicos do paganismo. Difícil é para um católico que pela posição social deve estar em contato contínuo com os pagãos modernos, conservar-se firme na fé e nos bons costumes. Muitos transigem, não achando força bastante para resistir às tentações perturbadoras, ou para enfrentar opiniões e ataques contra a religião. Preferem curvar-se, intimidados pelo respeito humano. Não imites este exemplo. Se todos forem adorar os bezerros de ouro, deves ir a Jerusalém, para adorar teu Deus, como fez o piedoso Tobias, que forçosamente havia de viver entre os infiéis. Se os outros querem trilhar o caminho do pecado, fica firme na prática da virtude, ou dize com o virtuoso Matatias: "Ainda que todas as gente obedeçam ao rei Antíoco, de tal sorte que cada um se aparte do jugo da lei do país e consinta nos mandamentos do rei: eu e meus filhos e meus irmãos obedeceremos à lei do nosso país. Deus de tal sorte nos defenda: nenhuma conveniência temos em deixar a lei, e as ordenanças de Deus". (1Macabeus, II, 19). 

Um comentário:

  1. O GRANDE SANTO SÃO SEBSTIÃO SEMPRE FOI ALVO DOS GAYZISTAS!
    Boates gays da cidade maravilhosa preparam para o dia do santo padroeiro festas usando seu nome como São Sebastião Night. O cartaz de divulgação da festa traz um gay imitando em pose erótica a imagem de São Sebastião. A imagem coloca em relevo o órgão genital.
    Não é a primeira vez que pessoas da comunidade gay ofendem provocante e gratuitamente os católicos.
    Na Parada Gay de 2012 espalharam pelo percurso imagens de santos em poses eróticas. Resta saber como os católicos do Rio de Janeiro se posicionarão diante da ofensa desta comunidade.
    O desinteressante disso é que, quando os católicos defendem a fé da Igreja e rejeitam e denunciam as relativistas e impostoras teorias homossexualistas como sodomitas e pecaminosas, os gayzistas alardeiam que eles e sua doutrina os discriminam e os humilham.
    Ao contrario, quando partem deles os achincalhes à Igreja e aos católicos não estão nem aí, condideram-nos justificaveis – são os tais “Politicamente Corretos”, seguindo os ditames de Lênin para acuarem os catolicos tímidos, que se acuam com as interpelações deles:
    Chame os outros do que v é;
    Acuse os outros do que v faz!

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